Estudos e Pesquisas

QUEM PASSOU PELA VIDA EM BRANCAS NUVENS, E EM PLÁCIDO REPOUSO ADORMECEU, QUEM NÀO SENTIU O FRIO DA DESGRACA, QUEM PASSOU PELA VIDA E NÀO SOFREU, FOI SÓ EXPECTRO DE HOMEM, NÀO FOI HOMEM SÓ PASSOU PELA VIDA, NÀO VIVEU!

8.11.08

COMENTARIO SOBRE AULA FINAL GRUPO 1 - 2 - 4 -5 -6

Colegas Professores, e Mestra.

Sou membro do grupo 3 do curso de Didatica do Ensino Superior, a pouco mais de 1 (um) mes iniciamos o curso com a Professora Elizabeth Rego, eu nao imaginava o quanto o curso iria me satisfazer no sentido de me dotar de autonomia e sentido profissional para exercer esta profissao tao essencial para a sociedade.

Estou em estado de graça e de certa forma ancioso para colocar em pratica tudo o que a mestra Professora Beth nos transmitiu, espero estar a altura de sua competencia profissional para num futuro podermos cruzar pela vida como colegas de profissao,  e assim podermos lembrar com muita saudade e amizade os bons momentos vividos neste curso e  no curso de Auditoria que iniciei em Agosto de 2006 com a professora Beth Rego.

As (PROVAS) aulas finais me transmitiram antes de realiza-las um misto de anciedade e pavor pelo que me esperava até porque nao sabiamos que conteudo cada grupo iria nos transmitir, foi uma maravilha ver cada assunto tao bem explorado a ponto de apos o 1ª e 2ª grupo ter apresentado tao bem o assunto que ficamos alegres e anciosos pelos grupos posteriores, o que so fez confirmar nos grupos 3, 4, 5, e 6 o que vimos no 1º e 2º grupo. Foi uma maravilha cada assunto e cada apresentacao.

Quero aqui, agradecer a Deus pelo convivio que tivemos neste curto periodo e desejar a todos o maior e mais belo sucesso, quer seja na profissao de Professor ou por onde cada um  for levado a trilhar a sua vida.

um abraço a todos

 

MILTON RODOVALHO 

A PAZ DE CRISTO.

  

 

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AULA FINAL DIDATICA ENSINO SUPERIOR

CURSO DE DIDÁTICA
Professora: Elisabeth Rego

A PESQUISA NACIONAL POR AMOSTRA DE DOMICILIOS – PNAD._________IBGE

MULHERES NA CHEFIA DAS FAMÍLIAS

Esta pesquisa revelou em 2005 que as famílias com parentesco, e com a mulher como chefe cresceu de 3,5% em 1995 para 28,3%.
Os parâmetros revelam uma grande alteração nos moldes familiares brasileiros em que o homem está deixando a atribuição de chefe da família e a mulher por necessidade ou por estar melhor profissionalmente que o marido, está assumindo a tarefa de chefe da família, dentre o universo de mulheres chefes de famílias, 18,5% o cônjuge está presente.

Na pesquisa de 1995 constatou que 3,5% das mulheres eram chefes de famílias, agora em 2005 este patamar teve uma expressiva evolução alcançando o percentual de 28,3%, este vertiginoso crescimento comprova o que já vemos na prática, as mulheres estão substituindo os homens nas suas atribuições e nos seus empregos.

O índice nacional de 28,3% tem nas regiões metropolitanas um valor mais expressivo ainda variando de 31% em Porto Alegre a 42% em Salvador.

Tabela 5.1 

 

RESIDÊNCIAS UNIPESSOAIS

Outra pesquisa que afeta as famílias é o vertiginoso crescimento de unidades unipessoais que nos últimos 10 anos atingiu quase 6 (seis) milhões.

A pesquisa anterior, em 1995 estas unidades não chegavam a 1 (um) milhão e na pesquisa atual apresentou um crescimento de quase 5 vezes, reflexo de vários fatores que podem explicar este fenômeno, conforme a Tabela 5.8, podemos constatar que estas unidades são ocupadas por jovens solteiros emancipados, grande parte por homens e mulheres separados, e a maior parte por pessoas com mais de 60 anos, especialmente mulheres.

O mercado imobiliário e o comércio em geral tem neste setor grandes consumidores, apesar de ainda estar em expansão, a tendência é que este
setor econômico do pais venha a se estabilizar.

Na região norte este crescimento é menos freqüente, enquanto as regiões metropolitanas de Porto Alegre e Rio de Janeiro, respectivamente, apresentam um índice de 15% e 13,8% -

Tabela 5.7 e 5.8 

 

RENDIMENTO PER CAPITA DAS FAMILIAS.

Os arranjos familiares em relação ao rendimento per-capita, teve uma redução das unidades com rendimentos de até ½ salário mínimo. Esta melhora na renda per-capita das famílias pode ser explicada pela estabilização da nossa economia e pelos diversos programas assistencialistas do Governo.

O nordeste apresentou a maior queda nesta modalidade de renda familiar de 3,5% de 48,4% em 1995 para 44,9% em 2005.

No Sudeste apenas 15,8% dos arranjos familiares apresenta este patamar de rendimentos, em função do desenvolvimento econômico que possibilita maiores oportunidades para os jovens resultando assim num quadro geral melhor que as outras regiões do Brasil.

Nestas condições o tamanho médio das famílias também diminuiu de 3,9 pessoas em 1995 para 3,4 componentes em 2005. Isto melhorou a qualidade de vida e proporcionou as famílias efetuarem melhor controle de natalidade.

Observa-se ainda que nas famílias menores o rendimento per-capita é maior

 Tabela 5.5

SLIDES

MULHERES NA CHEFIA DAS FAMILIAS

- Índice IBGE de 1995 03,5%
- Índice IBGE DE 2005 28,3%
- 18,5% destas famílias o cônjuge esta presente
- Tabela 5.1

RESIDENCIAS UNIPESSOAIS

- Pesquisa IBGE de 1995 , menos de 1.0 milhao
- Pesquisa IBGE DE 2005, quase 6.0 milhoes
- Quem são estes habitantes??
Tabela 5.7
- Distribuição por faixa de idade
Tabela 5.8

RENDIMENTO PER CAPITA DAS FAMILIA

- Redução das unidades familiares com rendimento ate ½ Sal. mínimo

- 1995 o nordeste 48,4% com ate ½ Sal. mínimo

- 2005 o nordeste 44,9% com ate ½ Sal. mínimo

- Redução de 3,5%

- Sudeste apresentou nestas características so 15,8% das famílias.

- Quanto menor a renda per capita, maior é o numero componentes

- Tabela 5.5

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13.10.08

PEDAGOGIA DA AUTONOMIA

8.9.08 9:16 PM | MILTON DONIZET RESENDE RODOVALHO]
PEDAGOGIA DA AUTONOMIA
Paulo Freire

CAPITULO 1

Não há docência sem discência

Ensinar não é transferir conhecimento, mas criar as possibilidades para a sua produção ou sua construção.
Quem ensina aprende ao ensinar e que aprende ensina ao aprender.

1.1 Ensinar exige rigorosidade metódica

Percebe-se, assim a importância do papel do educador, quanto a sua tarefa docente não apenas ensinar os conteúdos mas também ensinar a pensar certo.

1.2 Ensinar exige pesquisa

Ensino porque busco , porque indaguei, porque indago, e me indago.
Pesquiso para constatar, contatando, intervenho, intervindo educo e me educo, pesquiso para conhecer o que ainda não conheço e comunicar ou anunciar a novidade.

1.3 Ensinar exige respeito aos saberes do educando

Porque não estabelecer uma intimidade entre os saberes curriculares fundamentais ao alunos e a experiência social que eles tem como indivíduos?
O que tem a escola a ver com isso? Ela só tem que ensinar os conteúdos? Transferi-los aos alunos?

1.4 Ensinar exige criticidade

A curiosidade como inquietação indagadora, como inclinação ao desvendamento de algo, como pergunta verbalizada ou não, como procura de esclarecimento, como sinal de atenção que sugere alerta faz parte integrante do fenômeno vital.

1.5 Ensinar exige Estética e Ética

Decência e boniteza de mãos dadas. A pratica educativa em de ser, em si, um testemunho rigoroso de decência e de pureza.
É por isso que transformar a experiência educativa em puro treinamento técnico é mesquinhar o que há de fundamentalmente humano no exercício educativo: o seu caráter formador.
Pensar certo, pelo contrario, demanda profundidade e não superficialidade na compreensão e na interpretação dos fatos.

1.6 Ensinar exige a coporeificação das palavras pelo exemplo

Pensar certo é fazer certo.
Quem pensa certo esta cansado de saber que as palavras a que falta a corporeidade do exemplo pouco ou quase nada valem.

1.7 Ensinar exige risco, aceitação do novo e rejeição a qualquer
forma de discriminação

A grande tarefa do sujeito que pensa certo não é transferir, depositar, oferecer, doar ao outro, tomando como paciente do seu pensar, a intelegibilidade das coisas, dos fatos, dos conceitos. A tarefa coerente do educador, que pensa certo é, exercendo como ser humano a irrecusável pratica de inteligir, desafiar o educando com que se comunica e a quem comunica, produzir sua compreensão do que vem sendo comunicado.

1.8 Ensinar exige reflexão critica sobre a pratica

Por isso é que, na formação permanente dos professores, o momento fundamental é o da reflexão critica sobre a pratica.
É pensando criticamente a pratica de hoje ou de ontem que se pode melhorar a próxima pratica.

1.9 Ensinar exige o reconhecimento e a assunção da identidade
cultural.

A questão da identidade cultural, de que fazem parte a dimensão individual e a de classe dos educandos cujo respeito é absolutamente fundamental na pratica educativa progressista, é problema que não pode ser desprezado.
Tem que ver diretamente com assunção de nós por nós mesmos.
É isto que o puro treinamento do professor não faz perdendo-se e
perdendo-o na estreita e pragmática visão do processo.

CAPITULO 2

Ensinar não é transferir conhecimento

Saber que ensinar não é transferir conhecimento, mas criar as possibilidades para a sua própria produção ou a sua construção.
Entrando em sala de aula devo estar sendo um ser aberto a indagações, um ser critico e inquiridor, inquieto em face da tarefa que tenho – a de ensinar e não a de transferir conhecimento.

2.1 Ensinar exige consciência do inacabamento

Quer dizer, já não foi possível existir sem assumir o direito e o dever de optar, de decidir, de lutar, de fazer política. E tudo isso nos traz de novo a imperiosidade da pratica formadora, de natureza eminentimente ética.

2.2 Ensinar exige reconhecimento de ser condicionado

É na inconclusão do ser, que se sabe como tal, que se funda a educação como processo permanente. Mulheres e Homens se tornaram educáveis na medida em que se reconheceram inacabados.
Não foi a educação que fez mulheres e homes educáveis, mas a consciência de sua inconclusão é que gerou sua educabilidade.

2.3 Ensinar exige respeito a autonomia do ser do educando

O professor que desrespeita a curiosidade do educando, o seu gosto estético, a sua inquietude, a sua linguagem, mais precisamente, a sua sintaxe e a sua prosódia; o professor que ironiza o aluno, que o minimiza, que manda que “ele se ponha em seu lugar” ao m ais tênue sinal de sua rebeldia legítima, tanto quanto o professor que se exime do cumprimento de seu dever de propor limites à liberdade do aluno, que se furta ao dever de ensinar, de estar respeitosamente presente à experiência formadora do educando, transgride os princípios fundamentalmente éticos de nossa existência

2.4 Ensinar exige bom senso

O exercício do bom senso, com o qual só temos o que ganhar, se faz no “corpo” da curiosidade. Neste sentido, quanto mais pomos em prática de forma metódica a nossa capacidade de indagar, de comparar, de duvidar, de aferir, tanto mais eficazmente curiosos nos podemos tornar e mais critico se pode fazer o nosso bom senso.

2.5 Ensinar exige humildade, tolerância e luta em defesa dos direitos dos educadores.

-A luta dos professores em defesa de seus direitos e de sua dignidade deve ser entendida como um momento importante de sua pratica docente, enquanto pratica ética. Não é algo que vem de fora da atividade docente, mas algo que dela faz parte.

2.6 Ensinar exige apreensão da realidade.

- A luta dos professores em defesa de seus direitos e de sua dignidade deve ser entendida como um momento importante de sua pratica docente, enquanto pratica ética. Não é algo que vem de fora da atividade docente, mas algo que dela faz parte.

2.7 Ensinar exige alegria e esperança.

- Há uma relacao entre a alegria necessária à atividade educativa e a esperança. A esperança de que professor e alunos juntos podemos aprender, ensinar, inquietar-nos, produzir e juntos igualmente resistir aos obstáculos a nossa alegria.

2.8 Ensinar exige a convicção de que a mudança é possível.

- Não sou apenas objeto da Historia mas seu sujeito igualmente. E a partir deste saber fundamental: mudar é difícil mas é possível, que vamos programar nossa ação político-pedagógica, não importa se o projeto com o qual nos comprometemos é de alfabetização de adultos ou de crianças, se de ação sanitária, se de evangelização, se de formação de mão-de-obra técnica.

2.9 Ensinar exige curiosidade.

- Como professor devo saber que sem a curiosidade que me move, que me inquieta, que me insere na busca, não aprendo nem ensino.
O fundamental é que professor e alunos saibam que a postura deles, do professor e dos alunos, é dialógica, aberta, curiosa, indagadora e não apassivada, enquanto fala ou enquanto ouve. O que importa é que professor e alunos se assumam epistemologicamente curiosos.

CAPITULO 3

ENSINAR É UMA ESPECIFICIDADE HUMANA.

-
-
3.1 Ensinar exige segurança, competência profissional e
generosidade.

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3.2 Ensinar exige comprometimento.

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3.3 Ensinar exige compreender que a educação é uma forma de
intervenção no mundo.

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3.4 Ensinar exige liberdade e autoridade.

-
3.5 Ensinar exige tomada consciente de decisões.

-
3.6 Ensinar exige saber escutar.

-
3.7 Ensinar exige reconhecer que a educação é ideológica.

-
3.8 Ensinar exige disponibilidade para o dialogo.

-
3.9 Ensinar exige querer bem aos educandos

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Didatica do Ensino Superior - Capitulo 3

[22.9.08 1:09 AM | MILTON DONIZET RESENDE RODOVALHO]
Didática do Ensino Superior
Antonio Carlos Gil

CAPITO 3
QUEM E O ESTUDANTE UNIVERSITARIO

A preocupação com o estudante e relativamente recente na historia da educação. O processo de democratização do ensino passaram a ter acesso à escola pessoas provenientes de outros estratos sociais, com interesses, motivações e heranças culturais diferentes e com competências e conhecimentos em diferentes graus de desenvolvimento.
Esta situação tornou inviável a postura secular do professor de desenvolver sua atividade para um alunado típico.

COMO AS PESSOAS SE DIFERENCIAM

Os dois motivos principais que pode nos diferenciar: ou porque já nascemos diferentes umas das outras ou porque passamos por experiências diferentes ao longo de nossas vidas. O primeiro motivo refere-se as variáveis inatas. O segundo refere-se as variáveis adquiridas.
Esta distribuição de diferenças se concentram em torno da media conforme demonstra a “Curva da distribuição normal ou Curva de Gauss”

COMO CLASSIFICAR OS ESTUDANTES

A partir da década de 1960, foram desenvolvidos nos EUA e na EUROPA pesquisas empíricas, que culmiram com o estabelecimento de tipologias de estudantes universitário.

A CLASSIFICACAO DE MANN

Mann e seus colaboradores (1970) classificaram-nos em oito tipos diferentes:

1 COMPLACENTES. Estes estudantes são convencionais, muito
dependentes do professor e altamente orientados para as tarefas. Contentam-se em aprender unicamente o que o professor quer que aprendam. Correspondem a 10% da amostra.

2 ANSIOSOS-DEPENDENTES. Corresponde a 26% da amostra. Caracteriza-se principalmente por seu excessivo interesse em relação às aulas.

3 TRABALHADORES DESANIMADOS. Estes são estudantes cujos comentários em sala de aula expressam uma atitude depressiva e fatalista em relação a si mesmos e a sua educação. Muitos deles são estudantes mais velhos que voltaram a escola depois de um certo período de afastamento e acham muito difícil voltar a ter o entusiasmo juvenil. Corresponde a 4% da amostra.

4 ESTUDANTES INDEPENDENTES. São orientados para a aprendizagem, estão atentos ao que o professor pode lhes oferecer, mas perseguem suas próprias metas. A maior parte destes estudantes e muito participativa e faz amizade com os professores e se identifica com eles de alguma forma. Corresponde a 12% da amostra.
5 HEROIS. Corresponde a 10% da amostra total, são independentes, também dão preferência ao trabalho independente e criativo. Mas, diferentemente daqueles, parecem ansiosos em fazer com que o professor perceba imediatamente que são bons estudantes, embora tendam a decepcioná-lo mais tarde em decorrência de seu mau desempenho nas aulas.
6 FRANCO ATIRADORES. São hostis aos professores, difíceis de serem abordados e cheios de cinismo. Corresponde a 9% do grupo pesquisado e tem grande expectativa e uma imagem positiva de si mesmos, mas tem pouca esperança de que o mundo seja capaz de reconhecer seu valor ou de lhes dar uma oportunidade para demonstrá-lo.
7 ESTUDANTES QUE PROCURAM ATENCAO. Correspondem a 11% da amostra, gostam de vir às aulas, mas principalmente para ter contatos sociais com outros estudantes ou com o professor. Gostam muito de falar e são afeiçoados à discussão. Para eles, as necessidades sociais predominam sobre as intelectuais. Como gostam de ficar em classe, muitos deles tendem a desenvolver relações pessoais bastante intensas com os professores.
8 SILENCIOSOS. Correspondem a 20% da amostra estão entre os que mais desejam um relacionamento próximo com o professor, mas temem o que possa pensar deles ou de seu trabalho. De modo geral, preferem reagir a esse medo com o silencio e não com hostilidade.

A CLASSIFICACAO DE ASTIN

Abstém em 1993, classificou com dados obtidos empiricamente em sete classes:

1 OS SABIOS. Podem ser definidos por três características: habilidade acadêmica, autoconfiança intelectual e habilidade matemática. De acordo com estudo elaborado por Astin, eles provem de famílias com altos níveis educacionais, cujos pais desempenham atividades que requerem altos níveis de especialização como a de professores universitários e pesquisadores científicos.

2 OS ATIVISTAS SOCIAIS. Caracterizam-se pela participação em programas de ação comunitária, pelo auxilio a pessoas com dificuldades, pela pregação de valores sociais e pelo interesse em influenciar as estruturas políticas. Muitos desses estudantes pertencem a grupos raciais e étnicos com menor presença numérica em cursos superiores e são mais freqüentes em cursos como Ciências Sociais, Educação, Serviço Social, Psicologia e Teologia.

3 OS ARTISTAS. Conferem muita importância à criação artística, pretendem destacar-se numa carreira artística e escrever obras originais. Provem geralmente de famílias detentoras de níveis educacionais relativamente altos e são encontrados não apenas em cursos de artes, mas também em cursos de jornalismo, publicidade e letras.

4 OS HEDONISTAS. São definidos em termos de três características comportamentais: beber, fumar e aproveitar a noite. Admitem o uso de maconha e de outras drogas, originam-se geralmente de estratos sociais mais baixos e interessam-se mais por ocupações que não requerem formação acadêmica.

5 OS LIDERES. Caracterizam-se pela popularidade, autoconfiança social e habilidade de liderança. Seus pais apresentam níveis socioeconômicos relativamente altos.

6 OS DIRECIONADOS PARA O STATUS. Almejam boa situação financeira, reconhecimento de sua atuação pelos colegas por sua atuação, obtenção de sucesso em negocio próprio e responsabilidade administrativa pelo trabalho de outros.

7 OS ESTUDANTES DESCOMPROMISSADOS. Manifestam algumas das seguintes expectativas: antecipação da escola da carreira, mudar para uma área mais promissora, deixar o curso temporária ou permanentemente ou transferir-se para uma faculdade menos exigente.

A CLASSIFICACAO DE KUH, HU E VESPER

Também em pesquisa empírica, identificaram dez tipos de estudantes, levou em consideração essencialmente os padrões de engajamento nas atividades universitárias:

1 DESENGAJADOS. Apresentam baixo nível de participação em todas as atividades universitárias, estudam poucas horas por semana, de modo geral tiram notas baixas.

2 RECREADORES. Dedicam tempo considerável as atividades esportivas, participam pouco de outras atividades, apresentam baixo nível de interação social.

2 SOCIALIZADORES. Notável nível de interação social com seus pares, mais baixo nível de participação nas atividades acadêmicas, esportivas, culturais e artísticas.

3 ACADEMICOS. Distinguem-se pelo ativo envolvimento nas atividades acadêmicas. Razoável grau de interação com os pares, mas limitada participação nas atividades artísticas e esportivas. Obtém as melhores avaliações quanto ao desenvolvimento pessoal e preparação profissional.

4 CIENTISTAS. São fortemente marcados pelo envolvimento com atividades de cunho quantitativo, mas não apresentam bons resultados nas atividades de educação geral.

5 INDIVIDUALISTAS. Distinguem-se por elevada interação com os pares, participação em atividades artísticas e musicais, muito esforço e relativamente pouco contato com a faculdade.

6 ARTISTAS. Apresentam elevado nível de participação em atividades artísticas e interação com os colegas e outros membros da faculdade.

7 ESFORCADOS. Distinguem-se dos demais pelo alto nível de esforço despendido para levar a cabo o curso, embora não dediquem um grande numero de horas para os estudos.

8 INTELECTUAIS. Formam um grupo menos numeroso. Caracterizam-se pelo envolvimento com todas as atividades acadêmicas.

9 CONVENCIONAIS. Caracterizam-se pela mistura de padrões de envolvimento. Mantem o que e esperado dos estudantes de primeiro ano: alto envolvimento com atividades esportivas e acadêmicas, interação com os pares, mas baixo nível de interação substantiva com os pares, pouca participação nas atividades culturais e artísticas.

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VISITA A PAGINA DO MEC NA INTERNET

14.9.08 9:39 PM | MILTON DONIZET RESENDE RODOVALHO]
CONSULTA A PAGINA DO MEC NA INTERNET

A pagina inicial esta postada de forma objetiva. As cores e letras usadas, da a pagina um conjunto harmonioso, não agride os olhos .

O menu bem visível no lado esquerdo e links dos programas atuais em destaque do lado direito divulga-se

PDE PLANO DE DESENVOLVIMENTO DA EDUCACAO
PORTAL DO PROFESSOR
GUIA DO ESTUDANTE
PLANO DE DESENVOLVIMENTO DA EDUCACAO
DOMINIO PUBLICO – BIBLIOTECA DIGITAL
PRO UNI PROGRAMA UNIVERSIDADE PARA TODOS

No centro da pagina em foco matérias do dia

Recursos do pré-sal irao para educação
Em destaque: BANCO ONLINE DE IMAGENS
VIDEOS Olimpíada de Matematica
REUNI: Reestruturação e expansão das Universidades Federais
Informe-se sobre concursos públicos e processos seletivos
(vestibulares) nas Universidades Federais.

No link do
IDEB Índice de Desenvolvimento da Educação Básica
PROVA BRASIL
PAR – Plano de Ações Articuladas
PRO-LETRANDO
PRA-LER Programa de Apoio a Leitura e Escrita
Formação continuada de professores alfabetizadores do ensino
Fundamental
GESTAR – PROGRAMA GESTAO DE APRENDIZAGEM ESCOLAR
GESTAR 1 Formacao continuada de professores dos anos iniciais do
Ensino fundamental .
GESTAR 2 Formacao continuada de professores dos anos finais do
Ensino fundamental.
EDUCACENSO- Como prestar informações corretas ao Censo Escolar p/ o IDEB

APROVA BRASIL – O direito de aprender
Boas praticas em Escolas Publicas avaliadas pela Prova Brasil

INDICADORES DEMOGRAFICOS E EDUCACIONAIS

-A meta e chegar a 2010 com 354 escolas técnicas e 500 mil vagas .
Expansão da Rede Federal de 1909 a 2002 foram construídas 140 escolas técnicas no pais. Nos últimos 5 anos a meta e construir 64 escolas técnicas da primeira fase do plano de expansão da Rede Federal, sendo que 45 já foram entregues.

Para a segunda fase do Plano de expansão já foram escolhidos o terreno e aprovando o projeto arquitetônico e licitado o inicio das obras de mais 150 escolas num investimento de R$ 750 milhoes, estas novas escolas cobrem todas as regiões do Brasil.

IFET Instituições Federais de Educação Tecnológica

- Escolas Agrotecnicas Federais (EAF) Autarquias Federais que prioritariamente na área agropecuária, a nível técnico, alem de diversos cursos de nível básico e do ensino médio.

- Centros Federais de Educação Tecnológica (CEFET)
Autarquias Federais que ministran ensino superior de graduação e pos graduação, oferecendo ainda formação pedagógica de professores e especialistas, alem de cursos de nível básico, técnico e tecnológico e do ensino médio. São escolas com sede própria, mas com dependência administrativa , pedagógica e financeira ao CEFET a qual esta vinculada.

- Escolas Técnicas Vinculadas as Universidades Federais.
Escolas sem autonomia Administrativa, financeira, e orçamentária ligadas a Universidades Federais, oferecendo cursos de nível técnico, voltados para o setor agropecuário como para a industria e serviços alem do ensino médio.

- Escola Técnica Federal Autarquias Federais que atuam prioritariamente nas áreas da industria e de serviços, com habilitação de nível técnico, alem de vários cursos de nível básico e do ensino médio.

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CRIANDO OPORTUNIDADES DE APRENDIZAGEM AO LONGO DA

7.9.08 5:22 PM | MILTON DONIZET RESENDE RODOVALHO]
TRABALHO CRIANDO OPORTUNIDADES DE APRENDIZAGEM CONTINUADA AO LONGO DA VIDA
Jose Armando Valente

GRUPO
1-PAULA FERREIRA MATOS
2-MILTON DONIZET RESENDE RODOVALHO
3-MOIDES ASSIS MIRANDA
4-VANESSA FONTENELLE PASSOS
5-EVERTON BARBOSA FREITAS

O trabalho foi divido no grupo em 5 partes, conforme a sequencia do grupo, eu fiz o resumo do 2. parte conforme exposicao abaixo:

MILTON – PARTE 2

Aprender e ensinar é uma experiência prazerosa que muitas vezes não nos damos conta, contudo só conseguimos a otimização quando estamos inteiramente envolvidos na situação dando o máximo de si.

Aprendemos muito interagindo com objetos e pessoas, contudo este aprendizado intuitivo é substituído pelo aprendizado formal, na fase escolar, quando então o encantamento do aprendizado desaparece.

No período de (0 a 4 anos) que antecede a escola, a criança é motivada para a aprendizagem assumindo uma atitude ativa na busca de informação e aprendizagem, neste período os pais e sociedade fornecem-lhe certas atividades que a incentivam na busca do aprendizado como jogos didáticos e playground que enriquecem o ambiente e facilita o desenvolvimento.

Todo este processo, nas fases seguintes da educação infantil, fundamental, média e universitária, vai gradativamente perdendo força e a predisposição de caçador ativo de informação é oprimida e o estudante passa a situação de caçador passivo motivado pelo sistema educacional, passando então a aprender só pelo sistema formalmente ensinado através de um professor que lhe traz a informação em uma bandeja de prata, é quando então o estudante percebe que aprender demanda tempo e trabalho e o aprendizado deixa de ser divertido.

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12.10.08

O SORRISO DE MONALISA

[7.9.08 5:07 PM | MILTON DONIZET RESENDE RODOVALHO]
ATIVIDADE 1


ORIENTACAO PARA O DESENVOLVIMENTO DE ATIVIDADE RELATIVA À ANALISE DE UM FILME COM ENFASE EM SEUS ASPECTOS DADATICO-PEDAGOGICOS

FILME: O Sorriso de Monalisa

A historia é da decada de 50, em 1954 uma professora de tendencia progressita consegue ser contratada para lecionar historia da arte, para uma turma de moças tradicionalistas que ingressavam no colegio para aprimorar seus conhecimentos e se qualificar para serem donas de casa, seguindo assim as tendencias tradicionalistas da epoca,

Ao iniciar o ano letivo, a professora percebe as tendencias conservadoras tanto da escola quanto das alunas que de certa forma regeitaram a professora, mas com um pouco de calma e bom jeito, ela foi se enquadrando e mostrando outros valores a serem abordados e com isto, conseguiu que a turma de mocas vislubrassem algo mais que simplemente serem donas de casa e esposas exemplares.

MILTON RODOVALHO

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Em breve estaremos processando seu chamado para tomar as providências necessárias. Esperamos que continue aproveitando o servio e siga participando do Terra Blog.